Sandra Lacerda, Advogado

Sandra Lacerda

São Bernardo do Campo (SP)

Sobre mim

Sandra Lacerda, entre o direito e a justiça, luto pela justiça!
Formada em Direito pela consagrada Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo, em 1996. Pós graduada em Direito do Trabalho (2008) e Direito Previdenciário (2015, 2020 E 2024). Atuo nas mais diversas áreas do Direito, exceto Direito Penal. Larga experiência nas áreas de formação citadas, mas também em Direito Empresarial, Direito de Família e Sucessões, Contratos, Imobiliário etc.

Comentários

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Sandra Lacerda, Advogado
Sandra Lacerda
Comentário · há 10 anos
Nada disso é verdade! Vejam os esclarecimentos da Presidente do TRT2:

CARTA ABERTA DA PRESIDENTE DO TRIBUNAL
São Paulo, 7 de julho de 2016,
Todos já têm conhecimento da grave crise por que passa a Justiça do Trabalho em decorrência dos cortes orçamentários sofridos, mas, ao longo dos últimos dias, em face da indevida divulgação de documento dirigido, única e exclusivamente, a esta Presidente, vários transtornos e mal entendidos ocorreram.
Primeiramente gostaria de esclarecer que o Ofício GDG n. 18/2016, subscrito pelos diretores que atuam em apoio à gestão deste Tribunal, é documento classificado como corporativo (Ato GP n. 30/2014), de caráter reservado, que discorre sobre assunto sob análise e estudo.
Ao recebê-lo, antes de qualquer avaliação ou deliberação, entreguei, pessoalmente, cópia impressa aos demais Desembargadores membros do Corpo Diretivo, para seu único e exclusivo conhecimento, sendo certo que seu teor jamais deveria ter sido propagado além desses limites neste momento.
O documento indevidamente divulgado, com a exposição desnecessária de hipótese que só se efetivará se não conseguirmos vencer a crise orçamentária, traz uma análise técnica da situação em que o Tribunal se encontra à luz dos recursos financeiros remanescentes e da
Lei de Responsabilidade Fiscal, enfatizando a necessidade de recursos adicionais e repita-se, foi, única e exclusivamente, a mim dirigido.
Desta forma, peço desculpas a todos, sem distinção, pelos transtornos causados. Peço, ainda, desculpas pela exposição da área técnica deste Tribunal, subscritora do ofício divulgado, que cumpria seu dever de análise para subsidiar o processo decisório da alta administração.
Esclareço aos magistrados, servidores, procuradores, advogados e jurisdicionados que, de posse dos preciosos dados técnicos contidos no ofício supracitado, continuamos a atuar fortemente junto aos órgãos superiores para reverter a situação atual e temos esperança que isso ocorrerá em breve.
Quero tranquilizar a população e a Ordem dos Advogados do Brasil, garantindo-lhes que o desempenho de nosso dever constitucional é desejo único e sempre será priorizado.
Quero também me dirigir aos funcionários terceirizados que nos auxiliam diariamente no desempenho de nossas funções, e que também se desesperaram com a indevida divulgação de ofício a mim dirigido, e assegurar-lhes que não serão esquecidos e que tudo está sendo feito para evitar o fechamento deste Regional.
Agradeço as manifestações de solidariedade recebidas dos quatro cantos deste país. Peço a todos que continuem a se unir em apoio a esta Justiça e informo que as medidas administrativas efetivamente necessárias sempre serão informadas pelos meios oficiais e só então terão sua efetiva validade.
SILVIA REGINA PONDÉ GALVÃO DEVONALD
Presidente do Tribunal
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Jane Soares, Estudante de Direito
Jane Soares
Comentário · há 8 anos
Boa tarde, humanos.
Fui lotada por quatro anos em uma Vara da Infância e Juventude e nas minhas mãos passaram centenas de processos de habilitação e de adoção propriamente dito. Vi as mais variadas histórias e já estive com dezenas de crianças "devolvidas" ao Judiciário.
De fato, o ser humano é complexo em tudo. Compreendo as especificidades dos grupos sociais e a inaptidão do Judiciário para intervir em assuntos demasiadamente orgânicos.
Mas o problema não se restringe ao Judiciário.
Nossa sociedade está falida.
A minoria sensata e saudável emocionalmente não é suficiente para competir com uma geração de infantis despreparados e egoístas.
A instantaneidade das relações e o narcisismo de egos e sentimentos nos tornou ilhas de consumo.
E com filhos não tem sido diferente.
Posso afirmar que 90% dos infelizes e traumáticos casos de devolução que presenciei se deveram ao despreparo e imaturidade do (s) pai (s).
As pessoas querem consumir filhos, sejam biológicos sejam adotivos. Sonham com filhos de novela. Querem escolher as características e determinam um prazo mínimo pra "sentirem afeto".
Quando o serzinho não atende suas expectativas, querem "corrigir o erro", voltando atrás.
Mas ainda é impossível voltar no tempo, humanos.
Cada dia vivido conta e todos ficam registrados na mente da criança. A devolução é mais uma violência na vida de uma criança já violentada. É o aborto de um humano consciente e em formação. É uma violência contra a sociedade inteira. A devolução, na maioria das vezes, torna impossível uma nova integração familiar, tira todas as mínimas oportunidade daquele indivíduo e entrega mais um humano fragilizado, frustrado e despreparado para a sociedade.
Filho é um passo sem volta.
É alguém que entra na sua vida pra nunca mais sair.
Não tenha filhos/adote por caridade, não tenha filhos/adote porque se sente só, não tenha filhos/adote para curar uma dor, não tenha filhos/adote porque se separou ou porque se casou, não tenha filhos/adote para agradar outrem, não tenha filhos/adote para ajudar a criança, não tenha filhos/adote para preencher um vazio, não tenha filhos/adote para ter alguém para te ajudar em casa ou para cuidar de você, não tenha filhos/adote para suprir uma frustração.
Adote/Gere para criar um filho e só se REALMENTE estiver preparado.
Porque criar um filho é uma responsabilidade que nunca se esgota, é um compromisso com a sociedade, é formar homem ou mulher íntegros, humanos, úteis ao mundo e bondosos com o próximo, é acrescentar vidas de qualidade à próxima geração.
Pai e mãe devem proteger, educar para a vida e ensinar a se colocar no lugar do outro em tudo. O resto é tempo e vida.
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